Hoje já sao conhecidas as famosas "medidas anti-crise" : como me palpitava ontem resumem-se a um brutal agravamento de impostos que se aproxima do roubo descarado sobretudo àqueles tansos que trabalham por conta de outrem e um "corte" nas despesas que se centra "nas despesas de consumo" do sector público.
Isto é vai-se comprar menos (ou nenhum...) papel higiénico,clips,fita cola,etc. mas naquilo que é estrutural tudo fica na mesma.
Infelizmente confirmam-se as minhas piores suspeitas : dois "lideres" politicos que sao autênticos reis dos embuste trataram de ,nas costas dos portugueses,se entenderem para fazer pagar a crise que nao souberam inverter em devido tempo aos portugueses pagadores de impostos,garantindo que,nos dominios da despesa publica quealimenta as suas clientelas deixar tudo na mesma â espera do novo estouro que,inevitâvelmente,vai acontecer já que se recusaram a enfrentr os verdadeiros problemas que cuasam o endividamento galopante da República portuguesa.
Perante tamanho embuste,tenho que,ao contrario do que sempre pensei vir a fazer,dizer que,nesta história,o Sr. Eng. Sócrates pelo menos é coerente.Quanto ao Dr. Passos Coelho só posso classificar de nojento o seuhi`´ocrita pedido de desculpa aos portugueses.
É preciso lata !!!!
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