sábado, 30 de janeiro de 2010
Podemos sair deste "pântano" (2) ?
Continuo a acreditar que só sairemos daqui se e quando tivermos uma qualquer forma de "revolta cidadã" que nos faça encarar de frente a realidade e decidir que temos de mudar.
Mudar de hábitos de "vida fácil" à custa do "Orçamento" e da trapaça,mudar de atitudes do "eu que me safe os outros que se lixem",aceitar que esta mudança vai exigir "sacrificio" mas que vale a pena porque é o que nos pode fazer sair do buraco em que já estamos e onde nos enterramos cada dia mais.
Uma das consequências disso será que não vamos aceitar passivamente a "chico espertice" e a incompetência disfarçada de petulância de alguns "mijaretes nacionais". Passaremos a ser exigentes ( a começar com nós próprios porque não vai ser fácil para ninguém) e a esperar dos que servem a causa publica que o façam com competência e honestidade porque são esses os valores que vamos exigir de nós próprios e dos outros.
Dir-me-ão : isso é bonito de dizer mas nunca vai acontecer. Se calhar não,mas a ser assim,não vejo como nos safamos !!!
E também não acredito que seja impossivel.A realidade é que hoje já temos,mesmo neste Portugal "pantanoso" muitas "ilhas" de exigência que através disso alcançam sucesso.Há várias PME's (e algumas já maiores que uma PME) portuguesas que se impuseram nos seus mercados.Um dos males nacionais é que delas "não reza a crónica" porque o povaréu prefere o "glamour" do jet set e da Lili Caneças!!!
Por isso,haja esperança porque alguns já deram o passo em frente necessário para sair da cepa torta. O nosso mal é que,infelizmente,ainda são ilhas e falta ao movimento massa critica para forçar a mudança.
Agora deixemo-nos de lérias : todos sabemos que 800.000 funcionários públicos é um numero incomportável (entre outras coisa do mesmo género). Então o que fazemos? Nada,como actualmente porque é muito dificil e duro? Se aqueles que se impõem nos mercados internacionais pensassem assim,ainda hoje estávamos a fazer t-shirts de baixo nivel e xinelos sem graça e a chorar o desaparecimento das nossas industrias de vestuário e calçado.
Há coisas que são duras e dificieis mas que ou são feitas ou então vão arrastar todos (até aqueles que podem e querem afirmar Portugal) para o "buraco negro" (enfim alguns sempre poderão emigrar...)
Tinha-me esquecido da letra!
Lyrics:
We’ve been going back and forth for a century
[Keynes] I want to steer markets,
[Hayek] I want them set free
There’s a boom and bust cycle and good reason to fear it
[Hayek] Blame low interest rates.
[Keynes] No… it’s the animal spirits
[Keynes Sings:]
John Maynard Keynes, wrote the book on modern macro
The man you need when the economy’s off track, [whoa]
Depression, recession now your question’s in session
Have a seat and I’ll school you in one simple lesson
BOOM, 1929 the big crash
We didn’t bounce back—economy’s in the trash
Persistent unemployment, the result of sticky wages
Waiting for recovery? Seriously? That’s outrageous!
I had a real plan any fool can understand
The advice, real simple—boost aggregate demand!
C, I, G, all together gets to Y
Make sure the total’s growing, watch the economy fly
We’ve been going back and forth for a century
[Keynes] I want to steer markets,
[Hayek] I want them set free
There’s a boom and bust cycle and good reason to fear it
[Hayek] Blame low interest rates.
[Keynes] No… it’s the animal spirits
You see it’s all about spending, hear the register cha-ching
Circular flow, the dough is everything
So if that flow is getting low, doesn’t matter the reason
We need more government spending, now it’s stimulus season
So forget about saving, get it straight out of your head
Like I said, in the long run—we’re all dead
Savings is destruction, that’s the paradox of thrift
Don’t keep money in your pocket, or that growth will never lift…
because…
Business is driven by the animal spirits
The bull and the bear, and there’s reason to fear its
Effects on capital investment, income and growth
That’s why the state should fill the gap with stimulus both…
The monetary and the fiscal, they’re equally correct
Public works, digging ditches, war has the same effect
Even a broken window helps the glass man have some wealth
The multiplier driving higher the economy’s health
And if the Central Bank’s interest rate policy tanks
A liquidity trap, that new money’s stuck in the banks!
Deficits could be the cure, you been looking for
Let the spending soar, now that you know the score
My General Theory’s made quite an impression
[a revolution] I transformed the econ profession
You know me, modesty, still I’m taking a bow
Say it loud, say it proud, we’re all Keynesians now
We’ve been goin’ back n forth for a century
[Keynes] I want to steer markets,
[Hayek] I want them set free
There’s a boom and bust cycle and good reason to fear it
[Keynes] I made my case, Freddie H
Listen up , Can you hear it?
Hayek sings:
I’ll begin in broad strokes, just like my friend Keynes
His theory conceals the mechanics of change,
That simple equation, too much aggregation
Ignores human action and motivation
And yet it continues as a justification
For bailouts and payoffs by pols with machinations
You provide them with cover to sell us a free lunch
Then all that we’re left with is debt, and a bunch
If you’re living high on that cheap credit hog
Don’t look for cure from the hair of the dog
Real savings come first if you want to invest
The market coordinates time with interest
Your focus on spending is pushing on thread
In the long run, my friend, it’s your theory that’s dead
So sorry there, buddy, if that sounds like invective
Prepared to get schooled in my Austrian perspective
We’ve been going back and forth for a century
[Keynes] I want to steer markets,
[Hayek] I want them set free
There’s a boom and bust cycle and good reason to fear it
[Hayek] Blame low interest rates.
[Keynes] No… it’s the animal spirits
The place you should study isn’t the bust
It’s the boom that should make you feel leery, that’s the thrust
Of my theory, the capital structure is key.
Malinvestments wreck the economy
The boom gets started with an expansion of credit
The Fed sets rates low, are you starting to get it?
That new money is confused for real loanable funds
But it’s just inflation that’s driving the ones
Who invest in new projects like housing construction
The boom plants the seeds for its future destruction
The savings aren’t real, consumption’s up too
And the grasping for resources reveals there’s too few
So the boom turns to bust as the interest rates rise
With the costs of production, price signals were lies
The boom was a binge that’s a matter of fact
Now its devalued capital that makes up the slack.
Whether it’s the late twenties or two thousand and five
Booming bad investments, seems like they’d thrive
You must save to invest, don’t use the printing press
Or a bust will surely follow, an economy depressed
Your so-called “stimulus” will make things even worse
It’s just more of the same, more incentives perversed
And that credit crunch ain’t a liquidity trap
Just a broke banking system, I’m done, that’s a wrap.
We’ve been goin’ back n forth for a century
[Keynes] I want to steer markets,
[Hayek] I want them set free
There’s a boom and bust cycle and good reason to fear it
[Hayek] Blame low interest rates.
[Keynes] No it’s the animal spirits
“The ideas of economists and political philosophers, both when they are right and when they are wrong, are more powerful than is commonly understood. Indeed the world is ruled by little else. Practical men, who believe themselves to be quite exempt from any intellectual influence, are usually the slaves of some defunct economist.”
John Maynard Keynes
The General Theory of Employment, Interest and Money
“The curious task of economics is to demonstrate to men how little they really know about what they imagine they can design.”
F A Hayek
The Fatal Conceit
Podemos sair deste "pântano" ?
Os "ataques de caspa" do senhor Ministro das Finanças a mim parecem-me cenas de "Opera bufa".Bem pode o homem pregar contra as agências de rating e bem podemos nós achar que elas não são sérias : o que realmente importa é que o que conta é o que elas dizem e as avaliações que fazem. Aliás,que legitimidade tem o senhor para criticar seja o que fôr quando é hoje óbvio que não foi sério no tratamento dos numeros e da realidade das finanças públicas portuguesas? Eu ouvi-o,várias vezes,repetir,por volta do Verão do ano passado que mantinha que o défice iria rondar os 5% . Como se viu,das duas uma : ou o senhor acredita em milagres (não julgo ser o caso de um "laico socialista") ou,como julgo,resolveu enganar o pagode.Perante isto como quer que o levem a sério os financiadores internacionais ?
Esclarecido isto,e aqui julgo discordar do Manuel,continuo a achar que todos temos em casa um espelho que nos mostra o responsável pela situação actual de má governação : cada um de nós próprios.
Quem renovou a maioria (ainda que relativa) ao Engenheiro Sócrates? E aqueles que o não fizeram e votaram na "Oposição" podem,em consciência dizer que escoheram melhor? Mas algum de nós acredita que os personagens que povoam a "Oposição" são melhores dos que actualmente governam? Eu francamente não acredito.Infelizmente acho que estamos a falar de "farinha do mesmo saco".
sexta-feira, 29 de janeiro de 2010
Contraditório
Ainda as PME
Eu defendi , e continuo a defender ,que as razões do nosso atraso estão com a mentalidade dos nossos "empresários" e não com outros factoteres que se equilibram. Dei como exemplo o Alentejo e agora venho dar outro que julgo atesta bem a minha tese.
Os móveis.
Esta actividade tem import^^ancia a nível nacional , embora o seu peso relativo tenha vindo progressivamente a diminuir.
Estave eu à procura de uma mobília para a minha casa de jantar e pretendia que ela fosse diferente do resto da casa decorada à forma tradicional portuguesa com mobílias que acho bonitas , mas queria neste particular, variar e portanto mais "moderna", sem ser angulosa e que suportasse quadros tipo Picasso.
O mesmo queria a minha filha para a sua sala. Pois, meus amigos, após vários meses de procura acabámos por comprar numa casa que importava mobílias de Espanha !
Depois confirmei a minha suspeita numa reportangem de Paços de Ferreira na TV.
Diziam em Paços de Ferreira que os portugueses tinham reduzido as compras de mobília feita em Portugal, mas, por outro lado, os espanhóis aumentaram as compras em Portugal !
Á primeira vista parece o habitual snobismo dos portugueses e é positivo que o mercado de exportação tenha aumentado!
Nada disso. O que se passa é o seguinte: Em Portugal desde há décadas que se faz um tipo tradicional de mobília que , embora varie os desenhos, mantém a mesma matriz, ou seja , o estilo.
Este "design" não foi alterado mesmo quando as vendas desceram em virtude do mercado exigir outros designs mais modernos e arrojados sobretudo agora que as casas parecem bunkers.
Por outro lado, em Espanha diminui significativamente as mobílias estilo clássico a ponto de ser difícil encontrá-la à venda e essa é a razão porque os espanhóis vêm comprar a Portugal.
Aqui está mais um exemplo do atavismo dos nossos empresários. Tudo é feito como o avô fazia.
Nós mantivémo-nos atrasados e a Espanha até exagerou no progresso. Quem está do lado certo?
Não nós certamente.
Por outro lado a mobília portuguesa é mais cara que a espanhola por 2 razões principais:
1. Produtividade mais baixa de Portugal. Utilização de equipamento obsoleto, falta de organização de trabalho, excesso de mão de obra , etc.
2. A mobília em Espanha vende porque vende o design. A qualidade é mais baixa porque as madeiras não são massiças , antes são folheadas apenas, PORQUE E O QUE O MERCADO PEDE.
Em contrapartida, em Portugal, as madeiras são maçissas e de madeira importada (mogno,ceregeira, etc).
!!!!
Cá temos mais um exemplo de PME com alguma dimensão que cavam o seu próprio funeral e que , óbviamente, culpam os governos da situação !!
Como já viram neste momento não sei de quem gostar menos: dos políticos e dos governos e oposições se esta gentinha que torna Portugal um país mal frequentado.
contraditorio
1. Quanto às Agências de rating estamos conversados. Partilho do grupo daqueles que entendem que são apenas um negócio ilegítimo. Ainda convinha lembrar que foram estas mesmas agências de rating que classificavam em AAA a dívida da Islândia no dia anterir ao governo do país ter anunciado a bancarrota. A USB também agora neste negócio foi comprado em quase metade (40%) pelo Governo suiço, senão ia à falência. Os EUA têm um défice do Estado de cerca de 12% e uma dívida pública terceiro mundista e na mão dos chineses. Todavia estas mesmas agências não reagem , a lista negra é só para alguns.
A coninuação da existência destas agências é também mais uma prova que nada mudou. O capitalismo foi salvo do cataclismo pelos dinheiros públicos, agora esqueceu-se desse "incidente" e tudo volta ao mesmo. Foi mais uma oportunidade perdida!
Isto não significa que temos que reconhecer a nossa dívida como mto grande, claro!
Outras afirmações realtivamente ao Ministro das Finanças parecem-me injustas por parte do Manel que continua o seu raciocínio toldado pelas simpatias politico partidárias.
É verdade que em 2009 o Ministro das Finanças não foi capaz de prever a evolução da crise. Mas o mesmo aconteceu com as tais agências, com o FMI, a OCDE e todos os países ocidentais !!!
Quem é que poderia prever o que aconteceria ? Talvez o Professor Karamba !!!
No entanto este Ministro foi o mais credível que tivemos se formos isentos e honestos: recebeu uma recessão económica e 6% de defice. Em 3 anos E SEM ORÇAMENTOS RECTIFICATIVOS foi capaz de trazer a dívida pública para 2,3% o melhor défice desde o 25 de Abril e com a economia a crescer 1,9%. Sem dúvida com grandes sacrifícios mas pelo menos desta vez esses sacrifícios foram compensados. Depois veio a crise e parece-me desonesto estar a culpar estas tipos pela crise.
Quanto específicamente ao Orçamento deste ano é o possível e não há outra alternativa. Como já disse 85% do Orçamento do Estado é para pagar os funcionários públicos e as despesas socias que aumentaram drásticamente com a crise. Como queríamos equilibrar o Orçamento ? Despedíamos 300 000 funcionários que estão a mais, redizíamos o subsídio de desemprego, reduzíamos o subsídio de doença ? Parávamos com os subsídios às empresas? Aumentávamos os impostos?
Como disse o Estado gastador não é para pagar esses 14 000 políticos é pagar os 900 000 funcionários. O Manel continua a culpar os políticos de tudo! Acho mesmo que o que se paga aos políticos é ridiculo. Nós os 3 durante muitos anos ganhámos muito mais que o 1 MInistro. Se nos tivessem convidado para Ministros e Secrtários de Estad aceitávamos? Esta atitude, sem ofensa, é prova da pequenez e do nosso provincianismo. Como não sabemos como resolver os grandes problemas resoolvemos aderir à inveja e à pequena política.
Os portugueses querem a quadratura do circulo . Por um lado querem mais regalias mais sal´rios, etc. Por outro querem o Orçamento equilibrado !!! Em que é que ficamos ?
Quanto ao investimento público (há algum privado?), eu já não acredito que se façam as barragens (uma já está interrompida porque está numa área de uma colónia de mexilhões em via de extinção ) nem o TGV. Alguns ficarão muito contentes porque o país não se irá endividar. Outros, como eu, dirão que o endividamento permanecerá. E lembrarão que levámos 30 anos a discutir o Alqueva, mais de 10 a segunda ponte do Tejo e o TGV e o Aeroporto há pelo menos 8 anos!!!!! Como dizem os Gatos , discutimos muito e não fazemos nada. Bem tinha razão o Camões, conhecedor da idiossincracia portuguesa com o velho do Restelo.
Eu meus amigos sou contra o endividamento e o défice descontrolados. Mas também não sou a favor do orçamento e divida controlada como o foi pelo Salazar a custa de obrigar o povo a emigrar massiçamente, 17% das pessoas iam à escola e 11% ao hospital !
E se queremos um Orçamento equilibrado é preciso que o povo entenda que o regabofe não pode continuar. Temos que reduzir o número de férias, feriados e faltas, as baixas fraudelentas, etc. O Estado não pode pagar reformas ao nível actual, sobretudo na função pública que tem direito ao salário por inteiro enquanto os privados que pagam o seu salário apenas podem atingir o máximo de 60%, temos que aceitar que o subsídio de desemprego , a existir, é amis baixo e por menos tempo e temos que reduzir alongo prazo cerca de 300 000 funcionários públicos, congelando o seu salário p+ara os próximos 5 anos ( numa empresa falida os empregados não exigem aumentos ao patrão, mas num Estado falido os funcionários e sindicatos continuam a pedir aumentos). Estaremos preparados ? Como diz o Zé, não acho !
Assim, qualquer Governo que faça aquilo que está correcto é imediatamente apeado e nem sequer será eleito, ponto final. Chega de criticar os políticos quando em situação de quase catrástofe, os médicos pedem 1700 euros para trabalharem 40 horas (agora são 36), quando os enfermeiros fazem greve por aumentos de ordenado e, sem dúvida aí virão de novo os professores (esses arautos do bom ensino) e os funcionários públicos com greves nacionais !
Veja-se que os Partdidos estão agora preocupados com a Madeira. No Governo de GUterres a dívida da Madeira foi perdoada! Entretanto nestes anos já atingiu 1, 2 mil milhões de euros!
Discute-se agora dar-lhe mais dinheiro para que ele tenha "obra feita"!
Depois as percerias públicas privadas? Não as queremos porque endividam o Estado ? Acabemos com a hipócrisia. Não queremos ,mas sabe bem ter 3 autoestradas Lisboa Porto (aquela de Aveiro dá bem jeito), gostamos que só apenas 100 000 portugueses não tenham uma urgência a menos de 20KM. Gostamos que as Cãmaras provendenciem transportes de borla para as populações por tudo e por nada. Gostamos que todas as escolas tenham Pavilhões gimnodesportivos, etc, etc.
Se não fossem as parcerias público privadas nda havia porque repito 85% DAS DESPESAS DO ESTDA SÃO PARA PAGAR AOS FUNCIONÁRIOS PÚBLICOS E PARA AS DESPESAS SOCIAIS. Os impostos mal chegam para isso. Mas continuo a não ouvir ninguém a dizer que o Estado não aguenta este número de empregados !!!Enquanto este assunto não for resolviado NÃO HAVERÁ ORÇAMENTOS EQUILIBRADOS ! Como disse , temos que discutir os 85% e não os 15% !
Para termos um país equlibrado é preciso que não vivamos acima daquilo que produzimos, tout court. ´Para tal teríamos que reduzir o nosso nível de vida em 1/3 !!!
Não creio que estejamos dispostos a tal e, se acontecer, teremos primeiro em bancarrota porque este povo segue alegremente para o buraco. Não reconhecer que este é o mal e atribuir todo o mal aos 14 000, é errado. Não são 14 000 , são 10 milhões !!!!
quinta-feira, 28 de janeiro de 2010
Irresponsabilidades e habilidades
Eu estou como o Zé: deleito-me a ler o Jorge e quase que não tenho coragem para escrever sobre os casos e as coisas mais mediáticas e correntes da nossa praça.
Discutir o orçamento de Estado? Como, porquê e para quê?
Até Setembro o ministro das finanças garantia que o défice de 2009 seria de 5,9%.
O défice de 9,3% para 2009 é certo.
A previsão de 8,3% para 2010 é wishful thinking do governo. Tem a mesma credibilidade que o défice de 5,9% para 2009.
Já estou como o treinador brasileiro "e o burro sou eu!?".
Falar de irresponsabilidades , incompetências ou, em lugar disso, aldabrice e corupção?
Como, porquê e para quê?
O Estado é ainda muito jovem, acaba de nascer; hoje na Assembleia da República fora apresentados 14 diplomas p/combate à corrupção!
E ainda está no princípio.
Tenham calma; é preciso dar tempo ao tempo e a toda esta classe política laboriosa!
Esperem para ver os resultados.
Para já podemos ficar muito confiantes porque mais de metade do orçamento vai para boas mãos, o Estado, ele mesmo: são muitas boquinhas a alimentar, 14.000 entidades que precisam, pois então! São estes e estas, ou como é correcto nos dias que correm, estas e estes, que cuidam de nós, que nos dão conforto, segurança, enfim, qualidade de vida e olham pelo nosso futuro e dos nossos filhos netos, primos, etc. (primeiro, filhas, netas,primas, etc., desculpem).
E por favor não se esqueçam que o pobre do Estado que já foi socorrido pelas ditas parcerias público-privadas em 45 mil milhões, ainda deve 35 mil milhões! Temos definitivamente de ajudar!
Que venha o TêGêVê e logo se vê!!
Geração irresponsável
Os nossos pais,que geralmente viveram uma infância,adolescência e principio de vida adulta dificil e com alguns (muitas vezes muitos) sacrificios fizeram de tudo para dar aos filhos uma educação válida ( todos ouvimos os nossos velhotes dizer que "o canudo é a melhor enxada que vos podemos dar"...)e eram absolutamente avessos ao endividamento e,sobretudo,à perspectiva de deixar ividas para os filhos (bem sei que alguns,adiantados mentais,me vão "fulminar" com a justificação que isto é coisa de passado salazarento e espirito de merceeiro limitado que não entende as virtudes do arrojado investidor que arrisca o que tem,o que não tem e o que sabe que nunca terá,para criar "riqueza" etc.Como a consciência não me pesa quanto a esses tiques "salazarentos" borrifo-me nos ditos "adiantados mentais" !!!).
Será que a nossa geração aprendeu alguma coisa com estes exemplos dos nossos pais ? Duvido ( e isso não me enche de orgulho,diga-se...)
E Agora ?
Tenho lido os longos posts do amigo Jorge e nem sei o que lhe responder porque eles (à parte as provocações anti-sportinguistas !!! ) têm a minha concordância na generalidade.Isso ,porém,é o menos porque aquilo que realmente interessa é : como é que saímos disto ?
E aqui é que "a porca torce o rabo" porque,francamente,não estou a ver. Nem com o País à beira do precipicio a nossa gente se convence que há que arripiar caminho.Continuamos a ver enfermeiros que acham que devem receber,já!!!,500 Euros a mais,donos de carrosseis que reivindicam nem se sabe muito bem o quê,mas decerto se resume a mais dinheiro,professores que acham que trabalham muito e por isso têm de trabalhar menos (será possível ???? ),etc.,etc,etc.
Para compôr o ramalhete,o nosso dignissimo Min. das Finanças diz-se "indignado" com as agências de rating porque estas dizem o óbvio : Portugal caminha a passos largos para aplicar um valente calote aos seus "financiadores" e,por isso,se quiserem emprestar-lhe dinheiro protejam-se com um prémio de risco forte senão podem perder tudo!!!!
"Os portugueses" retiveram a mensagem que queriam ouvir : O Sr. Ministro (que é homem sério,é que tem razão.A situação não é grave e isto é obra desses capitalistas ganaciosos.Por isso,toca a continuar a viver "à grande e à francesa" que atrás há-de vir quem pagará a conta.
Nestas alturas fico muito contente por não ter filhos nem netos: pelo menos não os obrigo a "carregar com a pesada herança" que eu e a minha geração estamos a construir para lhes deixar.
Resumindo e concluindo: como é que saimos disto? Ou,por outras palavras,um pouco mais "azedas" : este País e ,sobretudo,esta gente,tem remédio ?
Por mim,confesso,que duvido cada vez mais !!!!
terça-feira, 26 de janeiro de 2010
O Orçamento, ou melhor orçamento
Falou-se ainda que o seu desiquilíbrio é tanto pior porque se verifica na Conta Geral do Estado, ou seja nas chamadas despesas de funcionamento. O Estado tem despesas que são extrememente negativas e levam á necessidade de impostos altos a "má despesa". Por outro lado, o Estado tem despesa que se pode chamar virtuosa que é o investimento em infraestruturas que tem efeito estratégico para a economia e para o desenvolvimento. Assim, por exemplo , no reinado do Cavaco vimos a construção de autoestradas e outros equipamentos necessários. Estão nesta campo também os investimentos realizados no carril, vias fériias, terminais de contentores, centros de logística, pontes ,baragens, aeroportos, escolas, hospitais,etc e tabém "ad hoc" como a Expo, o Campeonato da Europa e outros. Estes investimentos , embora virtuosos, devem ser realizados criteririozamante, é óbvio.
Portanto quando se fala na redução da despesa do Estado , o que se deveria pretender era reduzir a " má despesa" e não a "despesa virtuosa".
No entanto como 80/85% da má despesa é de pagamento de salários e de benefícios sociais, e portanto assunto tabu pelos partidos dada a sua incidência eleitoral, o que se vem verificando ao longo das legislaturas é a redução do investimento para equilibrar o orçamento ! Tal questão tem efeitos devastadores na economia, sobretudo num país em que os privados têm pouca propensão para o risco e consequentemente para o investimento e onde o Estado é não só um complemento mas, na maioria dos casos, é mesmo o motor do investimento.
Não é portanto de estranhar que o nosso crescimento , mesmo nos bons tempos, é baixo, e que a aproximação das médias da UE não existe. Só assim se explica que, apesar do país pagar uma factura energética brutal ao estrangeiro só agora é que se tenha decidido investir em 10 barragens já que os recursos hídricos apenas estão aproveitados a 10% !!
É aliás no seguimento desta política que se quer travar o TGV, O aeroporto, algumas autoestradas e mesmo alguns hospitais. Na impossibilidade de reduzir a "má despesa" pelas consequências eleitorais que sofreriam os autores de tal heresia, corta-se, mais uma vez na "despesa virtuosa" com a consequente correspondência em atraso da economia a curto, médio e longo prazo.
Acabo de ler os princípios do novo orçamento: Aumentos de salários da função pública, abaixo do ano passado ( de 250 milhões para 200 milhões) e redução do investimento público.
Ou seja, mesmo num ano de infacção zero a função pública receberá aumentos, o que não faz sentido.
Por outro lado, dado o aumento da factura social não só preconizada pelo Governo mas como exigência da oposição de direita . Só o CDS fazia exi`gências de 830 milhões e o PSD Para além disso insiste em aumentar o dinheiro para a Madeira. Portanto , como se vê ninguém quer a redução da " má despesa" , antes reinvidica o seu aumento, sendo o EStado obrigado a reduzir a "despesa virtuosa" em conformidade!!!
Não é portanto de admirar como estamos e , pior como estaremos, pois não interessa quem governe PS ou direita ambas defendem as mesmas posições neste particular sendo portanto grandes responsáveis pela situação do país.
Ou vem gente nova, ou então......
domingo, 24 de janeiro de 2010
O sistema
A verdade é que realmente o sistema existia (existe?). As escutas são reveladoras de como se escolhia árbitros , se lhes dava "fruta", se pediam sumaríssimos a jogadores adversários directamente ao Presidente da Liga, se pedia ao mesmo senhor se "tirava" do âmbito disciplinar o Treinador Mourinho por ter rasgado a camisola a um jogador adversário, se decidia listas de promoções de árbitros, etc.
Não que admire. O FCP já tinha pagado férias a um árbitro que depois de descoberto o Sr PC disse que inha sido engano!!! (só contaram pa você....)
Nada que admire. Afinal , e mais uma vez, a corrupção não é apanágio dos políticos !
E , mais uma vez, a justiça baseada em tecnicalidades, acabou de afastar consequências de âmbito criminal apesar das escutas não poderem ser mais evidentes.
P C disse ontem que "podem inventar" o que quizerem.......etc.
Inventar é um verbo que não se pode utilizar neste caso. Nada foi inventado, foi foi tudo descoberto. Tudo, não . Mas o suficiente para compreendermos que não se trataram de casos isolados, antes era um sistema devidamente implantado!
E os portugueses reagem como se de política partidária se tratasse.
Os adeptos do Porto ignoram o assunto tentam convencer e convencer-se que isto não é verdade e os adversários fustigados por anos de derrotas, tentam vingar-se !
Se o sistema fosse do Sporting e do Benfica certamente que a reacção seria a mesma. Os crimes só são importantes quando são os adversários a cometê-los !
Se Substituíssemos Benfica Sporting e Porto por PS, PSD e CDS estavamos na mesma !!!
Em qualquer outro povo, os adeptos do FCP ficariam chocados e ofendidos pela batota e destituiriam o Presidente ( ou ele próprio se demitiria) pela imagem que essas vigariçes deixariam quer nacional quer internacional do clube e até do país, pelo facto de agora e legitimamente qualquer pessoa poder pôr em causa os sucessos do clube a nível interno, etc.
Aqui no entanto nada se passou e os adeptos, pelo contrário, adulam o trafulha. Afinal foi ele que lhes deu vitórias !!! Se foram conquistadas ou não com batota, isso pouco interessa. Se em vez do FCP estivesse em causa o Benfica ou o Sporting, não tenhamos ilusões , a reacção quer dos responsáveis quer do povo de adeptos teria sido a mesma.
Há ainda teorias interessantes sobre este assunto. Por exemplo o M.S. Tavares, pessoa que admiro pela sua integridade e por partilhar muitas ideias (que não todas) tem a seguinte teoria:
1. Esta questão do Apito Dourado foi uma "inventona " patrocinada pelo Benfica e por uma putéfia encartada que escreveu um livro despeitada por ter levado comos pés e aliás com profissão que não dá credibilidae ; alternadeira.
2. O FCP ao longo destes anos foi claramente superir dentro do campo, portanto não precisava de ajudas.
3. Mesmo que tenham sido feitas algumas irregularidades, não era apenas o FCP que as faria logo este clube não poderia ser castigado.
Eis que no melhor pano cai a nódoa. Estes argumentos não têm ponta onde se lhe pegue:
1. Mesmo que o Benfica tenha participado no assunto o que me não custa a acreditar, não significa que tudo tenha sido inventado, como provam as escutas onde não há qualquer intervenção do Benfia ou da referida senhora.
O arguemento da falta de credibilidade da senhora é mesmo "racista". Quer dizer que as alternadeiras e as prostitutas não são cidadãos com os mesmos direitos? E que credibilidade tem o Sr PC, V. Loureiro, Pinto de Sousa e quejandos "apanhados " nas escutas?
2. Mesmo que o FCP tenha sido superor no campo não significa que não tenha havido o sistema "just in case". Se acham que a superioridade foi tão grande então deviam pedir contas ao Sr PC por ter atirado a honra do clube na lama inultimente !
3. Esta então é para rir : um dia destes ,utilizando a mesma argumentação um advogado de defsa de um criminoso que tinha assaltado uma bomba de gasolina dirá: O meu cliente realmente é culpado mas há muito mais gente que faz o mesmo e não foi apanhada, portanto ele não pode ser condenado.
Este episódio mais uma vez mostra à saciedae que a sociedade portuguesa é corrupta activa e passivamente e é ela que é culpada !! Não o grupo tal ou o grupo tal, mas toda a sociedade.
Razão porque continuarei a defender que uma sociedade corrupta e crimonosa nunca terá líderes que sejam diferentes dela , porque é dela que emanam.
Continuo a falar sózinho ?
Ao trabalho madraços !
quinta-feira, 21 de janeiro de 2010
A Justiça ou melhor a justiça
Negativos estavam oslíders do PC e do PSD e a AR, sendo a pior a Ferreira Laite com 6,6 pts negativos.
No entanto conseguiu ser ultrapassada pelo MP com 21,8 pts negativos e pelos juízes com 22,5% o que dá a ideia do que os portugueses têm da justiça em Portugal.
Não tenho dúvidas que quer o MP quer os magistrados judiciais não são os únicos culpados desta situação . A organização da jhustiça que é da responsabilidade do Governo e as leis (muitas e más) da responsabilidade do legislador têm a sua quota parte de culpa.
No entanto não se pode negar igualmente a culpa de MP e juízes nesta situação. As decisões comtraditáorias para caosos iguais, a demora no andamento dos processos (apesar das alterações ao processo e a utilização da informática), as violações do segredo de justiça, as violações dos direitos dos cidadãos, a partidarização dos órgãos do MP ( uma coisa é os políticos exercerem pressão, outra coisa é os magistrados se mostrarem "sensíveis" a essa pressão), têm que ser assacadas a estes indivíduos que supostamente deveriam ser imparciais e competentes na aplicação da Justiça.
Aresce que os magistrados deram um tiro no pé ao criarem sindicatos. A auréola que os fazia ser respeitados desapareceu e oa cidadãos vêem esses sindicatos ao mesmo nível que a Ana Avoila (e a sua bigodaça) e o Bettencourt Picanço. Assim os magistrados passaram a ser vistos como meros funcionários e não como membros de órgãos de soberania.
Acresce que os referidos sindicatos não se pronunciam sobre salários, férias, feriados e faltas , objectivos e funções constantes das lais sindicais, mas sobre políticas, leis e organização que dizem respeito ao poder legislativo e executivo.
Vem isto a propósito do Caso Apito Dourado.
A Dra Maria José Morgado , certamente admiradora de Torquemada, resolveu avocar os processos deste Processo, mesmo aqueles que tinham sido arquivados pelos seus colegas. Como resultado, não foi capaz de produzir prova e o Tribunal inocentou o Sr P da Costa e respectiva entourage. A única prova foi a das escutas. Como no sistem de garantia português estas escutas por si só não fazem prova,é necessário provas adicionais para condenar o/os arguidos.
O carácter disciplinar da Liga, dado que não é tão exigente como meio de prova como o Direito Penal , deu para castigar o Sr P. Costa.
Ora, hoje vem nos jornais que as famosas escutas estão publicadas no You Tube.
Detesto o Sr P da Costa e estou completamente convencido da sua culpabilidade. No entanto, n~ºao posso admitir a publicação pública dstas escutas que são uma violação dos direitos de personalidade que lhe assistem.
É claro que a divulgação destas escutas poderiam ser feitas quer ppela acusação quer pela defesa. Como não parece razoável que os seus advogados tenham tornado público estas conversas que são extrememente prejudiciais para a sua imagem é de concluir que, mais uma vez , esta violação do segredo de justiça vem da acusação, do MP.!
Até agora , que se saiba, apenas jornalistas e advogados de defesa foram processados como autores deste crime, nunca ninguém do MP embora , na maior parte dos casos seja óbvio que é de lá que vêm as violações !
É assim que quando pedi ajuda a um amigo meu ajuda para um familiar e ele me pediu elementos disse-me que queria oralmente ou por escrito mas nunca pelo telelfone porque "nunca se sabe". A PIDE voltaa atacar !
Estou realmente surpreendido que as escutas ao 1º Ministro ainda não tenhm sido publicadas mas com este exemplo certamente que não levará muito tempo.
Os portugueses não só não confiam na justiça como têm medo dela.
Até quando ?
O desaproveitar de gente capaz
Ontem parace que o tipo aplicou as suas capacidades de liderança mais uma vez engalfilhando-se com o Liedson no balneário e , em consequência ter sido afastado do cargo.
O que me aparece mais uma vez um desperdício.Ele demonstrou liderança da forma mais simples que os nossos pais fariam " Quem te dá o pãp dá-te a educação" e bem sabemos como estas estrelas se portam como crianças.
Mesmo assim , a fim de não se perder mais uma mais valia, sugiro que o Sporting o transfira para a Secção de Pugilismo onde certamente os "boxeurs" não terão reacções tão negativas a este tipo de liderança.
Foi apenas uma ideia para ajudar.!
Os políticos esses malandros
1. Os médicos que agora trabalham 35 horas ao contrário dos trabalhadores portugueses, para passarem a trabalhar 40 horas querem auemntos salariais de 1 700 euros!!
(Na verdade todos sabemos que estes senhores nem as 35 h fazem o que lhes permite ter vários empregos).
A OCDE baseada em estudos realizados conclui que os professores portugueses são dos que têm menos carga de trabalho. (No entanto assistimos a manifestações de 150 mil pessoas porque o Governo anterior queria um sistema de avaliação e um estatuto que limitaria o acesso às categorias mais altas. Neste Governo chegou-se a um acordo. O Governo ganhou pontos e as oposições dizem que está provado que era teimosia da "maioria absoluta". O Nicolau Santos do Expresso diz que o acordo não é mau para o país...é péssimo, e eu concordo).
O CDS e o Governo parece terem chegado a um acordo para viabilizar o orçamento. No entanto isto custará um aumento de despesa de mais de 800 milhões de euros. ( O CDS é um dos Partidos preocupados com o défice e o endividamento !!!!!).
De repente o PSD e o Governo estão de acordo também porque o PSD deixou de exigir mais dinheiro para a Madeira que era ponto de honra para o Governo.( O governo da Madeira é um exemplo de despesismo estatal, mas parece que o PSD, embora pregue o contrário, o apoia nesse despesismo !!!- Votos a quanto obrigas !).
Parece que os militares estão chateados como todos os Governos. (NO entanto ,no período da Guerra Colonial havia uma força expedicionária de 90 000 militares em África - os EUA têm 60 000 no Iraque e Afganistão. Nessa altura as Forças Armadas tinham 24 Generais e Almirantes no actico. Actualmente as Forças Armadas têm um efectivo de 20 000 homens enquadrados por 32 Generais e Almirantes !!!).
Os trabalhadores das autarquais locais afirmam que discordam da privatização - outsourcing, de algumas actividades das artraquias. Mesmo que isso tivesse uma redução de custos e um melhor serviço à população- porque mts dessem serviços trabalhariam 24H e 7 dias por semana, os trabalhadores são contra e estão dispostos a tomar medidas de luta. ( Ou seja, as autarquias não têm como principal objectivo os serviços prestados às populações mas tão só dar empregos. Já agora num estudo realizado pelo ISCTE, a Cãmara de Lisboa tem o DOBRO dos funcionários por municipe que Madrid. Não consta que nenhum Presidente da Cãmara se preocupasse com este assunto).
Como vêem, continuamos na senda do êxito !!!
quarta-feira, 20 de janeiro de 2010
O défice do Estado e o endividamento externo
Esperava-se portanto que coerentemente estes partidos defendessem acções ou omissões que aumentassem as receitas (os aumentos de impostos), ou pelo menos as mantessem no nível actual e ao mesmo tempo diminuíssem as despesas.
Afinal o que se viu foi a aprovação (com o apoio da eztrema esquerda) de diplomas na Assembleia da República que retiraram cerca de 1,3 mil milhões das receitas do Estado !!!
(adiamento do Código Contributivo, eliminação do PEC, etc, etc). Levar o Governo ao tapate foi portanto um orgasmo para a oposição.
No entanto, mais tarde, verificando que esta situação era insustentável, decidiram adiar para a discussão do Orçamento estas questões.
Ora na discussão do Orçamento o que separa o Governo e o PSD e o CdS,não é a oposição "travar " o Governo no aumento das despesas como seria de esperar de partidos que fazem a sua oposição sobretudo alertando para o défice e o endividamento externo. Pelo contrário o que acontece é que é o Governo a tentar "travar" a oposição no aumento do défice e da dívida !!!!
Diz hoje o Económico que o eventual acordo com o CDS irá custar ao Orçamento mais 830 milhões!!!
O PSD sobretudo pela voz da sua Presidente e do influente Pacheco Peraira defende que não chega e que portanto o PSD deve votar contra!!!!!
Em que é que ficamos ?
Mantemos o défice já de si enorme como quer o Governo, ou sehuimos a oposição que ao mesmo tempo que defende objectivos de equilíbrio orçamental, apenas aprova um Orçamento que aumentará o défice e a dívida ???
Que coerência, senhores. Viva a quadratura do círculo.
A direita liberal, mais uma vez, renega os seus dogmas e apela para o Estado! E não exita na hipócrisia de defender uma coisa e fazer outra antagónica.
Surpreendidos ? Eu, não.
segunda-feira, 18 de janeiro de 2010
O desemprego e a economia
1. Se o Estado tem 25% difícilmente convencerá os restantes 75% da bondade da ideia de reduzir drásticamente os dividendos desses accionistas. E aqui nem funciona a chamada golden share. A golden share significa que o Estado tem direito de veto de certas questões como OPA, vendas de activos. É um poder "negativo" , portanto não funcionaria.
2 Mesmo que por absurdo conseguisse convençer esses accionistas, a redução dos lucros dessas empresas reduziria os dividendos dos aciionistas e portanto o Estado seria penalizado recebendo menos divedendos e portanto tendo menos receitas no Orçamento que já está mais que mau.
3. Seria ilegal porque violaria as regras da concorrência a que somos obrigados a cumprir nomeadamente nos acordos do mercado ibérico. Este acordo permite a sobrevivência da EDP. A não haver, quer a Endesa quer a Iberdrola tomariam conta da península.
4. Mesmo que se conseguisse por absurdo ultrapassar os pontos acima, uma razão definitiva é o facto dessa medida não ter qualquer efeito no desemprego porque o desemprego é consequência da redução do consumo, ou seja as pessoas não compram e as empresas não vendem. Dar mais dinheiro ás empresas não faz com que as pessoas comprem e portanto ´e apenas uma forma de subsidiar as empresas para menterem trabalhadores que de outra forma estariam no desemprego.LOgo n montante do value chain est+a o consumo e não as empresas que estão a jusante. Portanto teremos que actuar a montante e não a juzante.
Os liberais e normalmente a direita discordam da intervenção do Estado na economia (excepto quando é preciso o Estado pagar as crises como se viu na corrente crise). Os liberais portanto defendem que estas ajudas do Estado penalizam o orçamento e o endividamento do Estado e não conduzem ao crescimento e nisto têm razão (Leiam Friedman e fiquem arrepiados). No entanto a seguir este caminho teriámos um orçamenbto equilibrado mas o dobro ou o triplo do desemprego e uma crise social sem precedentes o que não os emociona de todo pois para eles trata-se das leis da economia e do mercado que os cidadãos e governos têm que cumprir nem que morram de fome.
O que é curioso é que são estes liberais que quando falam da economia olham para o Estado (aqui e lá fora) quando lhes convém e sendo defensores dos privados a quem , seguindo a sua teoria se devia responsbilizar, ao contrário culpam o Estado em completa contradição com os seus dogmas.
Ora a UE acredita na economia de mercado, mas aceita que se o investimento está estagnado tem que ser o Estado o motor da economia investindo em infraestruturas induzindo o investimento privado , a criação de emprego e o crescimento económico. foi o que aconteceu com os dinheiros que dali vieram para Portugal e para todos os aderentes.
Esta política foi defendida por Lord Keynes e aplicada na crise de 1920 e sobretudo na reconstrução da Europa depois da guerra mundial e recorrentemente nos países europeus aquando de crises graves ou durante a expansão da UE para países mais pobres. Estou neste momento a reler Keynes (A Grande Crise e otros textos da editorial Relógio de água )que recomendo ao invés de ouvirmos certos "papagaios" nacionais.
Resumindo o Estado em situações de crise faz duas coisa:
- Aumenta as despesas de caráter social para apoiar os desempregados e as empresas.
Tal política sendo de carácter social não tem implicações no crescimento da economia mas tão só evitar crises sociais mais graves e subsidiar as empresas para menterem os postos de trabalho.
Assim , reduziu-se o IRC em 50% para as PME, reduzui-se as comparticipações para a segurança Social, eliminou-se a obrigatoriedade de pagamento de IVA nos negócios com o Estado, redução para reembolso do IVA para 30 dias, formação de um seguro á exportação financiado em 100% pelo Estado para estimular exportação para países de risco, subsídios para formação como foi dada na indústria automovel, et etc.
Estas medidas , repito , destinam-se apenas a não aumentar o desemprego a atenuar a crise social e não se destinam de modo nenhum a estimular a economia, embora mentendo um padrão de consumo pela meneuntenção do emprego haverá tendência a não redizir o consumo.
E foi o que aconteceu. Esas medidas tomadas em todo o mundo levaram pelo menos a estancar a redução do consumo (lleia-se recessão).
- Investe na economia, induzindo o investimento privado o emprego e a economia.
Os investimentos de crácter social indicados acima económica e estratégicamente são, por assim dizer, a fundo perdido, ~sendo ditados pelo carácter humanista das economias e democracias ocidentais.
O investimento público, pelo contário, é despesa "virtuosa"e de carácter estratégico pois irá induzir a saída da crise e o crescimento económico tal como é defendido por Keynes e já provou na prática concreta ao longo de todo o sec XX.
Mas há quem esteja do contra , não porque discorde mas porque é preciso ser do contra na oposição-
Mas o que me parece que o Manel fala é noutra questão que é a falta de competividade das nossa empresas que, diz ele, concorrem com empresas de outros países em que os factores de produção são mais baratos.
Esta é uma outra questão que nada tem a ver com a luta contra a crise e que não se deve misturar. A luta conra a crise é prioritária ( O Soares noutros tempos já pôs o socialismo na gaveta) e não se confunde com os problemas estruturais com a nossa economia.
Se, nos ativermos a esta questão dos problemas estrurais (que, repito, não pode ser tratda ao mesmo tempo que a luta contra a crise ) tem toda a pertinência discutir as ideias do Manel.
No entanto haverá primeiramente que explicar as suas causas:
1. Falta de formação e qualificação dos empregados portugueses. O dinheiro do Fundo Social Europeu foi desbratado tendo feito fortunas devido á fraca fiacalizção do Governo e á trafulhice dos portugueses. Foram conseguidas fortunas com esse dinheito sem o aproveitar, um verdadeiro crime. Mais uma vez não dá criticar os governos mas sim o espírito corrupto dos portugueses.
2.Devido também ao baixíssimo n´vel da educação em Portugal.
Ora se é de compreender nos anos a seguir ao 25 de Abril , porque há a extenção do ensino a toda a população ( antes de Abril apenas 17% ia à escola- agora é práticamente 100%) o que levou à necessidade de criar professores a martelo, passdos que são 35 anos, jé este assunto deveria estar resolvido.
E, mais uma vez, não adianta criticar todos os governos, porque os pais, os sindicatos e os próprios alunos também têm a sua cota de culpa.
3.Finalmente a questão de uma justça lenta e ineficaz faz com que as empresas e os cidadãos não conseguem receber dívidas a tempo, etc
4.Finalmente o Estado gastador:
É um facto mas não é gastador por si próprio. É gastador porque tem quase um milhão de funcionários e não há nenum governo ou mesmo partidos na oposição que fale deste assunto. Fala-se de reduzir as despesas do Estado mas "esquece-se" a despesa que é 80% da despesa prima´ria e mais 5% resultantes do número de funcionários como papel higiénico, estacionário, mobiliário, instalaçoes, manutenção, frota, etc.
Assim a nossa despesa é caracterizada por ser rígida. Ninguém a consegue resolver a não ser que se reduza drásticamente o número de funcionários, tarefa de longo prazo.
Aliás os que sempre culpam o Estado por esta situação o mais que dizem é para congelar os sal´rios não para reduzi-los.E as medidas que preconizam ou aumentam a despesa ou diminue a receita.
Como dizia o Pareto, 20% dos nossos problemas são responsáveis or 80% dos nossos custos, portanto temos que tratar deses 20% de problemas e não dos outros. Aqui em Portugal discute-se todos os dias os 15%, mas ningém põe em causa os 85% !!!! Pudera, quem falar nisto perde logo as eleições.
Para dar o seu a seu dono há que reconhecer que este governo (o anterior) foi o único que depois de 1974 nem apresentou orçamentos rectificativos durante 3 anos, e foi o único que reduziu a despesa do Estado (como % do PIB) e portanto não houve redução nominal, mas mesmo assim fez melhor que TODOS os governos antes.
Ora esta situação é devida à má gestão do PS e PSD e ás vezes do CDS que nos governaram e sobretudo dos Governos de Cavaco que estabeleceram a regra de promoção por antiguidade na função pública.
Mas concordo com o Zé que quem quizer por isto na ordem perderá as eleições, portanto não se espera que hajam mudanças substanciais.
Com esta conta de sal´rios para pagar, o Orçamento está sempre endividado e não pode portanto reduzir receitas com o imposto sobre o combustível , sobre os csrros ou outros !!!
Esta é que é a questão.
Reparem que nos governos do Cavaco (10 anos) a média do défice foi de cerca de 5%!!! apesar de vivermos o período de maior prosperidade depois de Abril onde recebemos biliões da UE.
Mais uma vez dando o seu a seu dono foi o Governo anterir que conseguiu o menor défice desde Abril (2,3%).
5.Finalmente há uma outra razão da falta de competitividade das nossas empresas. É a qualidade dos nossos "empresários" que se habituaram ao longo de séculos a viver á conta do EStado , a não pagar impostos (ainda hoje 87% dos restaurantes não pagam impostos) , falta de formação, ganância (querem ficar ricos, não ter uma vida desafogada), etc
Veja-se um exemplo concreto: o Alentejo é considerado a zona mais pobre do país (menor rendimento per capita). Sempre se atribuiu esse facto ao solo pobre (só dá para cereais e oleaginosas) e o clima tórrido no Verão que não "ajuda as terras" que têm falta de água.
A falta de água é um facto mas precisámos de 30 anos de discussões para finalmente fazrem o Alqueva (Sempre é assim, agora é o TGV amanhã será outra coisa, discutimos muito mas munca fazemos nada e por duas ordens de rãzões: por tudo e por nada).
Ora é estranho que o Alentejo tenha sido invadido por indivíduos do Norte da Europa que aceitaram e desafiaram o clima, a terra etc e vivem desafogados, apeasr de terem que pagar os mesmos factores de produção.
Se os factores de produção mais altos que a concorrência inernacional fossem o problema principal das nossas empresas então não se compreende que uma empresa espanhola, sendo a 5ª maior do mundo na produção e comercialização de azeite, tenha escolhido o "terrível" alentejo para investir em oliveiras e que, graças a este investimento, fomos pela primeira vez superavitários na produção de azeite!!!! ( o que é uma vergonha terem sido os espanhóis)
O que foi feito dos milhões da UE investidos na agritultura ?
Eu digo-vos não foram investidos na agricultura mas na construção civil e no comércio automóvel pela compre de Ferraris e Mercedes.
´´E um facto que "alguns" custos de produção são mais caros que a concorrência mas h´outros nomeadamente os "sal´rios" que ainda são uma vantagem comparativa de Portugal. Vejam que o sal´rio mínimo em Espanha é 1000 euros e quase ninguém o ganha, todos nos lembramos dos custos nas nossas fábricas nea Europa´, ainda hoje até os sal´rios gregos são mais altos.
Quer-me paracer portanto que o atavismo, a falta de coragem, a fuga ao risco são os principais factores do nosso desenvolvimento.
Não chega criticar os políticos sobretudo quando eles fazem o que o meu povo quer ! Não é isto a democracia ?
sábado, 16 de janeiro de 2010
PME's
segunda-feira, 11 de janeiro de 2010
Os Burros e os camelos
Eu pessoalmente estou farto das dicas dos chamados experts da economia que são justamente os economistas.
Estes individuos são tão bons que ganhando bom dinheiro com os abusos do sector financeiro e das bolsas não foram capaz de prevêr o descalabro da área financeira que foi a maior do século.
Estes indivíduos são aliás dos tais que seguindo a escola americana de Friedman "pregam" o capitalismo desregulado, clamam contra a intervenção do Estado e contribuíram para o descalabro. O Sr Greeespan , no entanto , fez mea culpa perante o Congresso dos EUA reconhecendo que a ausência de regulação tinha siso da sua culpa porque julgava que os Bancos ao defenderem os seus próprios interesses se tornariam mais fortes e não o contrário.
Os camelos, perdão, camilos, pelo contrário continuam a defender o mesmo que anteriormente (esquecendo-se muito convenientemente do facto de que se não fosse as intervenções do Estado os Bancos iriam falir e ainda atirando para o desemprego e para a recessão muitos mais milhões de pessoas e empresas). Por exemplo o Dr António Borges ex vice presidente dum Banco há semanas dizia que não se deveriam criar novos sistemas de supervisão na Banca porque "já era demasiado regulada"!!!!!
O pior não é errar é não aprender com os erros. E a diferênça de atitude do Sr Greenspan e do Dr Borges marca a diferênça entre a honestidade intelectual e o oprtunismo e a incompetência.
Em Portugal temos dois tipos de economistas : os que já foram responsáveis das Finanças como Catroga, Pina Moura, Braga de Macedo,Bessa, Mateus e o inefável ministro das finanças do Dr Santana Lopes que enganou os portugueses por ter aprovado um orçamento de expansão onde as receitas do Estado só deram para 9 meses. Estes indivíduos a quem legitimamente se devem assacar responsabilidades no estado a que chegou o país (intencionalmente não coloquei o Dr Ernani Lopes que no governo Mário Soares - que pôs o socialismo na gaveta, efectivamente recuperou as finanças úblicas e portanto continuo a ouvir com respeito- e fala pouco), dizia eu que esses indivíduos continuam a dar bitates aos governos e são "ouvidos" aparentemente com veneração!!! É outro sintoma da mediocridade social . Estes indivíduos na Alemanha , França e Ingalterra teriam passado á história , qaui em Portugal continuam a opinar e dar conselhos para os governos em funções (este ou outros) das acções que os referidos governos deveriam tomar mas que eles quando lá estiveram, não fizeram !!
Temos depois outro tipo de economistas como César das Neves, Camilo Lourenço, Gomes Ferreira e os Directores do Jornal e Negócios e do Diário Económico que são aqueles que, graças a Deus ,nunca tiveram experiência governativa e portanto julgam-se livres de opinar sem consequ~encias. Podem criticar á vontade, matéria em que os portugueses são mestres, sem que da´venha mal ao mundo.
Acontece que o curriculum destes indivíduos é apenas académico. Não consta que tenham gerido nada nem sequer uma mercearia. O seu objectivo é tornarem-se notados para conseguirem um tachito (por exemplo o ex Director do Diário Económico foi para a Sonae).
O César das Neves ensina na Católica que o sistema económico mais defensável é o capitalismo liberal americano ( o Tal em que 50 milhões de cidadãos não têm Segurança Social e critica o Plano Obama). Ao mesmo tempo defende que o defice publico controlado e o endividamento externo sob controle definem os países ricos. Quando pessoalmente o confrontei com a situação dos EUA "antes da crise" em que quer o défice público terceiro mundista ( com a dívida nas mãos dos chineses) e o endividamente em poercentagem pior que o de Israel (normalmente dos mais altos do mundo), embatucou. Foi também este tipo que enquanto assessor económico do Cavaco, ajudou a criar o que eles mais tarde apelidaram " O monstro", ou seja as acrreiras automáticas na função pública responsáveis por 80% da despesa pública e criadas nos governos Cavaco.
Os outros da lista não consta que algo tivessem feito, além de escrever em jornais e dar aulas (como dizia ou outro, quem sabe faz, quem não sabe....ensina).
Li barbaridades escritas no Expresso e no Diário Económico sobre o encerramento da Azambuja incluindo sobre a Delphi. Daí tirei as minhas conclusões: estes tipos falam de tudo e de nada sem perceberem nada do assunto e sem honestidade intelectual. Se falaram assim destes assuntos que nós percebemos há mais de 25 anos, podemos imaginar a leviandade como opinam sobre qualquer outro assunto.
Isto para explicar que a "classe dos economistas" quando fala certamente que não diz nada de útil e quando diz raramente quando tem oportnidade a põe em prática.
Não considero que o camelo, perdão Camilo, tenha qualquer legitimidade para criticar o burro actual ministro das finanças pela actuação do governo na crise financeira. Este burro em 3 anos e sem qualquer orçamento rectificativo trouxe as finanças públicas para o nível mais baixo da 2ª republica (2,3%) e com a a economia a crescer 1,9% tendo herdado do governo anterior um defice de 6% e uma recessão económica ! Este burro deve-me portanto muito mais credibilidade que aquele Camelo. E bom seria que os portugueses dessem valor a quem o tem e não vissem a vida sempre flitrada pelas cores partidárias, até porque como se disse aqui são farinha do mesmo pão.
O problema que tenho contra a visão maioritária dos economistas em Portugal ( a visão liberal) é a de que a economia tem leis próprias que os homens têm que aceitar ....senão lixam-se.
A verdade da realidade é de que as tais leis pura e simplesmente não existem. A exisrirem teria sido facílimo prever as crises económocas. E não existem porque quem faz a economia é o mercado( leia-se as pessoas) e ele não reage só baseado em dados racionais mas tanmbém políticos , espirituais, religiosos e emocionais. E essa é a razão por haver diversas concepções de como conduzir a economia. E, finalmente porque a economia está aqui para servir as pessoas e não o contrário. E este é que é o verdadeiro problema. Nada tenho quanto ás visões académicas. Mas elas têm que ser completadas com a experiência prática.
Experimentem a porem uma empresa dirigida só por académicos e imaginem o que pode acontecer. Agora imaginem um país.
Sugiro que formemos uma Associação: APEC (Associação Para Calar os Economistas)e se não queremos fazer parte dos burros e dos camelos, ler e julgar com olhos de ver e com a NOSSA opinião e~não aproveitar afirmações de qualquer camelo só porque ele bate nos burros de que não gostamos.