Ora petendi provar que a redução do défice não de consegue sobretudo em tempo útil da forma tradicional.
Abramos um parentesis por um momento e imaginemos (um filme maravilhoso) em que apesar de tudo conseguíamos reduzir o défice com mais impostos e que daqui a 3 anos tínhamos a questão equilibrada. Teríamos ao memso tempo um país empobrecido com um nível de desemprego das ordem dos 15%, com as empresas descapitalizadas e uma classe empresial devastada depois do efeito da crise mundial e ainda de um "tratamento de choque " de 3 anos.
Como iríamos crescer a economia? Com investimento de Estado não ,senão voltávamos á primeira forma e ao desiquilíbrio. Com os privados também não já que estavam empobrecidos, descapitalizados e ainda desmoralizados. Então como faríamos para saír da crise ?
O que quero dizer com isto é que a nova forma que temos para aumentar as receitas do Estado num momento em que o unvestimento privado se encontra estagnado é com o investimento público.
Não sou eu quem o diz é Lorde Keynes.
O investimento público criará emprego, logo aumentará o consumom, logo aumentará as recitas do Estado, potenciará investimento privado, logo auemtará as receitas do Estado em IRC e IRS, etc.
O que quero dizer meus amigos é que o cancelamento das obras públicas não só não consegue reduzir o défice como adia mais uma vez infraestruturas necessárias ao futuro do país.
Pelo contrário a única forma de equilibrar o défice é o crescimento económico que na presente conjuntura só poderá ser feito .com o investimento público.
Se não estou certo agradeço as vossa doutas e sempre bemvindas criticas
segunda-feira, 10 de maio de 2010
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Investimento público , sim , mas desde que venha a ser reprodutivo . Já vão longe os tempos em que keynes dizia - se necessário ponham a população a abrir e fechar buracos nas estradas . Porque vão longe esses tempos ? Não temos a liberdade de política orçamental ,nem cambial ,nem fiscal ( em grande medida ) , não temos barreiras alfandegárias para proteger os produtores nacionais e assim obter um efeito multiplicador do consumo na economia local .
ResponderEliminarÉ de notar que nos idos anos trinta , Keynes e seus pares enfrentavam uma crise de procura , o que não é o caso actual .
Há uma coisa que tenho por certo - não há saída fácil e rápida . Temos que regressar a princípios básicos como : temos o direito a ter e usufruir de tudo aquilo que por força do nosso trabalho e engenho formos capazes de conseguir .
No fundo , a saída da crise e empastamento em que o país se encontra será feita com trabalho , trabalho e mais trabalho . Não foi assim que construimos as nossas vidas e carreiras ? Esta realidade parece ter andado muito arredada das mentes dos portugueses , isto é reflexo da fraquíssima liderança que tem dirigido este país .
Adolfo