As quetões que o Adolfo escreve sobre o investimento público são, como sempre, muito interesantes e merecem reflexão. Devo dizer que, no campo da teoria, estou de aocrdo com o que entendemos por investimento público.
No entanto gostava de me ater á realidade actual do país onde se apresenta o cancelamento de grandes obras públicas como a panaceia para a redução do défice.
Quer-me aparcer que para alinharmos neste ponto de vista estamos a seguir os habituais sound bites e não raciocinar fria e objectivamente.Ora a razão principal do défice público deve-se ao número excessivo de funcionários e ás prestações sociais acima do que a economia do país pode pegar.
Or para reduzir o défice só podemos fazer se reduzirmos as despesas ou aumentarmos as receitas
(a) reduir as despesas
Se temos 75% da despesa primária do Estado para pagar os sal´rios dos funcionários e as prestções sociais e ainda mais 5% de despesas de funcinamento que dependem do número de funcionários(mobiliário, estacionário, frota, equipamento, energia,água, etc) verificamos que , apesar de serem benvindas poupanças nos 15% que restam só conseguiremos reduzir o défice atacando os 80% ou seja por uma redução massiva de pessoal o que reconhecemos que não pode ser feito de chofre. Trtar-se-á de um processo lento e , mesmo assim, não conduzirá aá eliminação pura e simples duma despesa mas apenas á sua redução já que o pessoal despedido ou antecipará as reformas ou pura e simplesmente receberá o subsídio de desemprego.
Não parece portanto pese embpra a habitual demagogia que possamos reduzir drásticamente as despesas do EStado e é por isso que os economistas e a OCDE consideram a despesa do orçamento português rígida
segunda-feira, 10 de maio de 2010
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