Como dizia o que gostaria de ouvir da vossa parte era se estas medidas realmente conseguirão os objectivos de equilibar o defice e a dívida ou não.
Ora, o que eu digo, e mais alguns burros , e´que tal não acontecerá e que , pelo contrário, iremos agravar a situação.
O aumento dos impostos leverá infalívelmente á redução da procura e do consumo. Sendo assim os impostos do consumo diminuirão e não aumentarão logo as recitas do Estado irão diminuir e não aumentar. Por outro lado, a redução do consumo levará a mais despedimentos , a mais falências.
Sendo assim, o Estado receberá menos de IRS e IRC e ainda aumenta os seus custos em subsídios de desemprego !
Esta é que é a questão: Com ou sem Keynes as medidas tomadas peoduzirão o efeito contrário ao que se pretende e voltaremos á recessão. A única coisa positiva foi possibilitar a Portugal comprar mais dívida barata!
E basta aliás ler o Expresso de ontem
- Medo da recessão levou Sócrates a recuar disse a 1ª página
- Mercados em quebra devido ás preocupações de que as medidas draconianas levem á recessão
- Nicolau Santos escreve : os contribuintes vão emagrecer com certeza. Sobre o monstro (leia-se 1 milhão de empregados que são cerca de 80% do orçamento)não há tanta certeza. Todos os governos em dificuldades reduziram os sal´rios na função pública. Aqui não.
- Em Editorial diz-se : O ajustamento era incontornável, mas atira-nos para a recessão e faz explodir o desemprego
- Na página 6 do 1º caderno Medina Carreira diz que sendo 70% da despesa com salários , sem se tocar nesse assunto nunca se conseguirá resolver o problema ( o tipo copiou isto do meu livro onde escrevi isto mesmo já lá vão amis de 2 anos).
Ou seja, tomamos mmedidas deste tipo para trazer a credibilidade aos mercados e para evitar que a dívida publica suba em consequência do aumento dos juros.
Com a terapia não conseguimos equilibar as contas do Estado e, aumentamos o desemprego e vamos para a recessão, aumentando o defice (diminuição das receitas e aumento das despesas).
Que credibilidade ganhámos? Quem continuará a emprestar dinheiro a um país em recessão e falido?(agora estamos acrescer 1% o maior da UE)
Esta é a questão: não morremos da doença , morremos da cura !
Com ou sem Keynes as medidas tomadas terão exactamente o efeito contrário que se pretende.
Continuo burro mas a avaliar pelos os jornais e televisões, acompanhado por muitos outros, incluindo os mercados!
domingo, 16 de maio de 2010
Subscrever:
Enviar feedback (Atom)
Sem comentários:
Enviar um comentário