domingo, 16 de maio de 2010

Ainda o Keynes

Algumas precisões :
1. A teoria de Keynes é apenas aplicada quando existem crises económicas e sociais e não quando vivemos em abstança quando o investimento privado é bastante para sustentar a economia.
Não parece portanto aceitável dizer que estas teorias não sa aplicam "porque não há dinheiro" é nestas alturas que se defende o endividamento do Estado como forma de investir e induzir o crescimento.
2. a teoria de Keynes não se aplicou na crise de 1929 mas foi a partir dela que Keynes defendeu esta teoria que foi aplicada durante o sec XX na sua esmagadora maioria em situações de dificuldade como o Plano Marshall, os investimentos brutais feitos aquando dos dois choques petrolíferos que levaram aos investimentos massivos dos estados, foi ainda a mesma teoria que levou os estados na PRESENTE crise a inundarem o mercado com dinheiro público e até a nacinalizarem empresas comandados pelos campeões da não intervenção do estado na economia os EU.
Esta atitude resultou tal como Keynes defende. As economias saírm quase todas da recessão em tempo record e estão a começar a crescer lentamente.
3. Não se pode dizer qua não há dinheiro , ele pode é ser mais caro, portanto isto não afasta qualquer teoria.
4. Foi ainda uma teoria Keynesiana que levou aos investimentos brutais realizados pelos mais ricos países europeus quando formaram a UE e encheram o mercado de subvenções dadas aos novos estados membros em ordem a criarem um mercado com massa critica para exportarem os seus excedentes e manterem o n´vel de vida das suas populações (esta é a única acção que não foi feita durante uma crise por isso a separao do ponto 2). Resultou em pleno, POrtugal e todos os outros menbros recentes apesar do desperdício de muitas dessas subvençõe é hoje ouro país para muito melhor.
4. As medidas draconianas e a pressão para que os países voltassem mais depressa á consolidaç~~ao orçamental não é resultado de qualquer alteração macro económica das economias em apreço , mas a consequências da pressão dos mercados e dos especuladores colocando o euro em perigo.
Assim, a UE teve que sacrificar algumas economias para defender o euro (e, provávelmente não tinha outra solução), logo esta situação não po~e em causa qualquer teoria já que as medidas escolhidas terão , a curto prazo, um efeito contrário e depressa o euro estará em maus lençois de novo.
Ao escolher cancelar o investimento público, a UE e os países colocaram-se no espectro da recessão , logo, a reacção dos mercados foi quase imediata, estando as principais praças europeias em queda livre.
Se as medidas fossem ajuizadas e correctas, certamente a respostas dos mercados teria sido positiva, mas sendo as políticas erradas e com efeitos contrários ao pretendido, os mercados reagiram em conformidade.
5. Só para terminar, o investimento público não é apenas o TGV e TODO ele será cancelado !
Como disse, com ou sem Keynes, não morreremos da doença mas da cura!

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