Como diz o Zé mais uma vez nada se faz de substancial.
E mesmo o que se faz será ineficaz para o fim em vista.
Com o aumento do IVA não irá o Estado receber nada uma vez que esse aumento levará a menos consumo logo a menos receita do IVA.
A redução do consumo levará a mais desemprego a que equivale menos deduções para a Previdência Social e menos IRS e mais subsídio de desemprego.
O fim das obras públicas leverá a mais desemprego logo aumento das despesas com o fundo de desemprego.
Portanto com a economia estagnada , sem investimento do Estado e dos privados, o aumento dos impostos, sobretudo os referentes ao consumo leverá á redução das receitas e não ao aumento das receitas e concomitantemente levará ao aumento do défice público e não á sua redução.
Como disse, no governo Barroso tomaram-se estas mesmas medidas e o défice não só não diminuiu como, pelo contrário, aumentou!
Já agora aquilo de reduzir os salários dos políticos soa-me a populismo, já que ter o PR a ganhar 6 000 euros e o 1º Ministro a ganhar 5000 euros é demagógico e ridículo.
Não será a pagar estes salários que teremos os mais capazes a dirigir o país.
Mas, como sempre, trata-se de atirar areia para os olhos do povinho!
E, claro, os mesmos que dão feriado a milhões para ver o Papa, são aqueles que nos vêm aumentar os impostos ! (o famoso bloco central)
quarta-feira, 12 de maio de 2010
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