Estou há muito tempo de acrdo com o Zé (só para variar)no que respeita á regionalização.
Não só é tendencialmente despesista porque cria mais "empregos políticos" como abala a coesão nacional.
Imagine-se num paradigma de reginalização, a região mais rica do país (lisboa e Vale do Tejo ) abdicar de algumas das suas receitas para beneficiar as mais fracas ( Trás os Montes ou Alentejo).
Está-se mesmo a ver !!! Nem pensar!!!
Isto significa que as diferenças entre as regiões mais ricas e as mais pobres se iriam acentuar em vez de se reduzirem.
Aliás, se verificarem, quem reinvidica normalmente a regionalização e autonomia são as regiões mais ricas, quem não está interessado são as regiões mais pobres!
Por outro lado, Portugal é um Estado Nação e é um país pequeno.
Espanha, pelo contrário é um país com várias nações, culturas e línguas que talvez justifique uma organização tendente á regionalização e mesmo á autonomia.
Portugal , quanto a mim, não justifica nem sequer as autonomias ( ou o arremedo de autonomia )das ilhas atlênticas,
; foi uma invenção para terem uns caciques próprios e tudo a expensas do continente!
O que eles entendem por autonomia é: Passem para cá a massa e não se metam connosco deixem-nos gastá-la como muito bem entendemos! Podemos endividarmo-nos á vontade porque os empréstimos são avalizados pelo Estado que , se houver azar, terá que pagar ! É realmente perfeito ! Assim pode fazer-se "obra" !
Dito isto, no entanto tenho que aplaudir a descentralização administrativa e até á abolição ppura e simples do Governador CIvil passando as suas atribuições para os autarcas que aliás são eleitos, bem como repartições, gestão de escolas, bombeiros, polícias, etc.
o "centralismo" de Lisboa não é bom para o país, descentralização sim ,regionalização NÃO !
terça-feira, 8 de junho de 2010
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