Lembram-se que a criação de entidades reguladoras pretendia harmonizar o mercado e evitar o abuso de posições dominantes.
Ora estas entidades têm sido um fracasso mas mesmo nas acções que as empresas multadas intentaram contra estas entidades em todos os casos (até agora) ganharam.
Vejam a unutilidade de organizações que não servem para nada.
Cá vamos cantando e rindo.
Para ajudar á festa os pilotos da TAP decidiram, mais uma vez, ir para a greve.
Não percebo qual é a utilidade de termos uma empresa de bandeira.Certamente que o Cristiano Ronaldo faz melhor divulgação do país sem custar um tostão.
É verdade que o Estado já não põe dinheiro na TAP (porque a isso é obrigada pela UE,valha-nos isso), mas que interesse é que existe na sua propriedade?
Qto a mim, só existem três razões para o Estado ser roprietário de empresas (1) defender o interesse público(2) receber dividendos que equilibrem o défice (3) manter a possibilidade de poder influenciar investimentos estrtégicos para o país.
Não vejo que a TAP caiba nestas condições, portanto é vender a coisa e aliviar o Estado de mais uma preocupação.
E nós vemo-nos livres desta casta de gente que ganha 8 500 euros de ordenado fixo, mais horas extraordiárias, mais creche , assistência médica em clínica própria e , quando se reformam, um seguro de aposentação no valôr de 150 000 euros.
A média dos gestores portugueses não ganha nada que se asemelhe apesar de ter trabalho de muito mais responsabilidade.
Como se lembram ,os pilotos reformavam-se aos 60 anos e quando o Governo os obrigou a reformar-se aos 65 foram para a greve evocando o interesse da segurança e dos passageiros. Pois esta tão nobre preocupaç~~ao desapareceu quando foi trocada por mais dinheiro ! O mesmo relativamente sos horários de trabalho!
A sorte desta gente é eu não ser Ministro da Agricultura senão iam todos cavar batatas.
quarta-feira, 17 de março de 2010
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