Não sei se escrevi bem a palavra.
Não sei se tiveram ocasião de ouvir o novo programa do MSTavares na Sic.
Como se suicidou uma criança aparentemente vítima de abusos na escola atirando-se ao rio Tua, entrevistou uma pseudopsoquiatra. A ideia era saber como acabamos ou pelo menos reduzimos esta actividade.
A referida senhora certamente com largo curriculum decidiu dar-nos uma lição de psicologia mas quanto a soluções, nepia.
Como disse o Miguel dado que cada caso é um caso, só se houvesse dezenas de pedo psiquiatras em cada escola, é que se podia resolver a coisa. E nunca pela via da repressão mas pela via da "empatia", que é como quem diz, a verdadeira vítima é o agressor. Ou a sua educação, o ambiente familiar, crise, o ambiente na escola, etc é que são os culpados. Ela concordava no entanto que o tipo teria que ser castigado mas pela via da empatia não sendo capaz de apresentar um exemplo.Mas, imagino eu, dando-lhe um beijinho no cú, por exemplo.
Mais um exemplo da forma bem portuguesa de falar, falar, falar e nada fazer!
Por este andar amanhã não teremos tribunais porque há sempre uma desculpa para os criminosos....
Não podem os pais portanto estar descansados porque nada se vai fazer. Os indivíduos com responsabilidade para agir demitem-se das suas obrigações: pais, professores, Governo e , desculpem-me a expressão (mas se bem se lembram o direito á livre expressão é absoluto, Crespo dixit) peidopsiquiatras |
quarta-feira, 10 de março de 2010
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Isto parece aquele filme em que o Woody Allen vai ao psicanalista e começa a contar que os irmãos lhe batiam; que os pais batiam nos irmãos; que os vizinhos batiam nos pais; que os tipos da outra rua batiam nos vizinhos; que os gajos do outro bairro batiam nos tipos da outra rua; etc. etc.
ResponderEliminarConclusão: Quando a culpa é de todos, não é de ninguém.